TRANSFORME SUA IDÉIA EM DOCUMENTÁRIO METODOLOGIA VIVENCIAL DE ELABORAÇÃO DE PROJETO COM LILIAN SOLÁ SANTIAGO 
NOVAS TURMAS DO CURSO INTENSIVO EM SÃO PAULO (12 horas) Turma I - (sábados) - 24 e 31 de outubro, das 10:30 as 13:30 e das 14:30 as 17:30h Turma II - (qui e sexta) - 29 e 30/10, 5 e 6/11 - das 19:30 as 22:30
Informações e cronograma detalhado das aulas, acesse o site: http://liliansantiago.blogspot.com/ Conteúdo Resumido O ciclo da produção cultural aplicado a projetos de filmes e vídeos documentais. Da idéia ao roteiro de documentário. A pesquisa para projetos de documentário – as diferentes fontes de informação. Como elaborar um pré-roteiro de documentário observacional, expositivo ou participativo. O roteiro de doc-ficção. Formatação de projeto audiovisual. Funções e papéis na equipe de filme e vídeo documental. Como visualizar e elaborar o cronograma geral de um filme ou vídeo documental. A análise técnica a partir da visão do diretor. Elaboração de um plano de produção. Conceitos jurídicos e administrativos básicos. Diferentes formas de apresentação do projeto: leis de incentivo, concursos, patrocinadores, exibidores e co-produtores. Público Alvo Estudantes de comunicação, profissionais da área, interessados em geral. Turma no máximo de 20 pessoas. Instrutora Lilian Solá Santiago é historiadora e Mestre e Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo. Tem mais de 15 anos de experiência em produção, ensino e pesquisa audiovisual. É realizadora de diversos documentários exibidos e premiados no Brasil e no exterior. Fernanda Sophia Produção Fone: 11 3222-0605/8304-8590
cursodoc@hotmail.com
Escrito por FernandaSophia às 22h40
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Escrito por FernandaSophia às 23h36
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Voltei do Carnaval, pela primeira vez desfilei em uma escola de SAMBA, como é bom.
Preguiça de postar, mas devagarinho volto eu sei.
Na água do mar Odara
Na água do mar Janaina
Na água do mar minha Mãe Yemanjá me espera.
Escrito por FernandaSophia às 22h10
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Feira de Teatro 2007 Cronograma Feira de Teatro 2007 Data 16 de novembro Espetáculo: Adelina Autor e diretor: Ilo Krugli Com: Marilda Alface, Ilo Krugli e Willian Guedes Sala: Teatro dos Olhos Horário: 21h
Sinopse: Adelina Gomes foi uma interna do Centro Psiquiátrico Pedro II no Rio de Janeiro. E como um desdobramento do espetáculo Engenho de Dentro - Flores do Abismo, Marilda Alface, pesquisadora do movimento e gestual do ator, desenvolve um solo de teatro-dança que vasculha o universo desta "personagem", que num rompante da poesia de sua loucura, expressa o desejo de ser uma flor.
Informações sobre Grupo: O Teatro Ventoforte surge em 1974, na cidade do Rio de Janeiro, com o espetáculo História de Lenços e Ventos, de Ilo Krugli, considerado pela crítica um marco do teatro para crianças no Brasil. Em sua trajetória já apresentou mais de 30 espetáculos, que somam mais de 50 prêmios. O grupo desenvolve atividades artísticas, educativas e sociais desde a sua criação, e se destaca principalmente, pela criação de espetáculos para crianças e jovens, caracterizados pela inovação e pela qualidade estética, por um repertório de espetáculos adultos que caminharam por textos da dramaturgia universal e por criações do próprio grupo. O Ventoforte se destaca também por suas oficinas de construção artesanal de cenários, objetos cênicos, bonecos, pela formação de atores e músicos, por seus trabalhos em arte-educação e desenvolvimento de projetos que procuram a democratização da cultura no Brasil, atingindo diversos espaços sociais. Com suas montagens e oficinas o grupo já excursionou por países como Estados Unidos, Itália, Bélgica, Suíça, Espanha, Alemanha, Portugal, Cuba, Chile, Argentina, Holanda entre outros.
Espetáculo: A Curandeira Dramaturgia: Reinaldo Maia Direção: Melani Halpern Com: Adriana Benetti Fortes Sala: Teatro dos Pés Horário: 22h Sinopse: Uma curandeira caminha, através de histórias e poemas, em busca de solver os males da alma, do pensamento, daqueles sentimentos que a gente nem imagina que podem ser curados. Um caminho de recordações, compartilhado com o público, num jogo de vivências e sua relação com o mundo. Trata-se de um espetáculo onírico, repleto de delicadeza e pitadas de humor. Data 17 de novembro Espetáculo: A Menina, o Príncipe e a Noite Texto: Andrea Cavinato Direção: Péricles Raggio Com: Andrea Cavinato, Isabel Reis, Marina Donati, Vivian Ui, Estela Carvalho e Marcos Coin Sala: Teatro dos Pés Horário: 11h Sinopse: Em A MENINA, O PRÍNCIPE E A NOITE, três irmãs, jovens costureiras, com a morte do pai ficam muito pobres e têm que fugir de sua cidade natal. Elas chegam a uma cidade desconhecida e lá ganham de uma velha misteriosa uma casa, que por ser assustadora, ninguém quer. A Menina mais nova é atraída por uma voz, que sai de dentro de um poço e vai parar em um rico palácio onde se casa com um misterioso príncipe que aparece sempre à noite e ela nunca pode vê-lo.
Informações sobre Grupo: Formado em 1999, a partir da experiência adquirida junto ao grupo Ventoforte, da prática no ensino de Arte para crianças e jovens, do interesse e pesquisa da cultura brasileira na suas manifestações musicais dramáticas, folguedos e festas populares. O grupo vem se apresentando em escolas, unidades do SESC, em centros culturais, bibliotecas, casas de cultura, praças, feiras de teatro e outros espaços que privilegiam a narrativa com o objetivo de nutrir o imaginário de crianças e jovens contando histórias em clima de espetáculo folclórico e pesquisando seus aspectos simbólicos em busca de contos que possuam temas universais. Seus espetáculos possuem características específicas do grupo, o qual procura manter viva a figura do contador de histórias e inclui como recursos da narrativa a música, o teatro de animação (bonecos, objetos, instrumentos musicais), e a festa folclórica. Encenou, entre outros espetáculos, A Dança das Cores, Um Mar de Outras Histórias, A Odisséia, A Fada Oriana, O Mahabharatha – O Grande Teatro de Olhar o Tempo e A Batalha dos Encantados.
Espetáculo: As 4 Chaves Autor e Diretor: Ilo Krugli Com: Ilo Krugli, Rodrigo Mercadante, Cláudio Cabrera, Wilker Soares, Rita Rozeno, Aline Carcellé, Juh Vieira, Lennon Gonçalves, Fernanda Sophia e Indiara Belo Sala: Teatro dos Pés/Quintal Horário: 15h Sinopse: A peça fala da realização de desejos e sentimentos de quatro personagens. Os desejos são roubados por um ladrão e trancados em um baú com quatro chaves, que são escondidas. A partir daí, inicia-se uma viagem mágica em busca das chaves, vasculhando o centro da terra, a fronteira da noite e do dia, o fundo do mar e as nuvens do céu, até as chaves serem encontradas. Com canto, dança, invenções, músicas e poesias, o espetáculo é uma aventura poética que assume características de brincadeira de rua, envolvendo crianças e adultos, que participam diretamente do espetáculo, ajudando a confeccionar alegorias produzidas durante a peça, e a preparar os pães, que são distribuídos no final de cada apresentação.
Espetáculo: Na barra do Catimbó Inspirado na obra homônima de Plínio Marcos Adaptação: Paulo André. Diretor: Wilton Amorim Com: Paulo André e Sidnei Silva
Escrito por FernandaSophia às 20h26
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Amigos,
ainda tem tempo de passear na casa do Gaspar.
Temporada até 14 de outubro.

Escrito por FernandaSophia às 02h53
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Escrito por FernandaSophia às 20h47
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www.teatroventoforte.com.br
Em cartaz no Teatro Ventoforte
“A CASA DO GASPAR” ou “KASPAR HAUSER, O ÓRFÃO DA EUROPA” SINOPSE: O órfão Kaspar Hauser, 16 anos recluso num porão, foi abandonado no centro de Nuremberg no início do século XIX. Conhecia apenas algumas palavras e mal sabia andar. Transformou-se rapidamente no maior fenômeno de popularidade da época por não se conhecer sua origem e despertar as mais diversas opiniões a seu respeito. Para muitos era um impostor e para outros um príncipe herdeiro.
Genêro: Drama
Ficha Técnica:
Autor: Marcello Airoldi
Diretor: Marcello Airoldi
Elenco: Ilo Krugli, Rodrigo Mercadante, Karen Menatti, Wanderlei Martins, César Negro, Aline Carcellé, Fernanda Sophia, William Guedes, Aloísio Oliver
Músicos:Willian Guedes / Aloísio Oliver / Wanderlei Martins / Fernanda Sophia / Márcia Fernandes / Juh Vieira
Poemas e Concepção de cenário, figurinos, objetos cênicos e desenhos Ilo Krugli
Direção e Composição Musical Wanderlei Martins e Willian Guedes
Iluminação Marcello Airoldi e Roberto Mello
Assistência de direção Célio Jemene
Pesquisa de movimento e preparação de atores Marilda Alface
Fotos Sila Costa e Fábio Viana
Confecção de figurinos Ana Maria Carvalho
Confecção de bonecos Ademir de Castro, Cláudio Cabrera
Local: Teatro Vento Forte Preço(s): R$ 15,00. Data(s): Até 30 de setembro. Horário(s): Sábado, 20h; domingo, 19h. Observações: Duração do espetáculo 90 min.
Escrito por FernandaSophia às 20h43
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Hoje a noite eu vi o mar
Lembrei sua fotografia naquela praia distante.
Fica uma vontade de você.
Mar, praia, oceano e eu confinando em seus sonhos.
Escrito por FernandaSophia às 22h09
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Às vezes fico tolhida
só em pensar no seu amor por mim
Será que ele existe?
Cerceia a dúvida
E você ludibria sem parar
dos meus sentimentos
Dói, machuca, choro
Outro dia voltarei a sorrir
Escrito por FernandaSophia às 23h59
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A beleza é a única coisa preciosa na vida. É difícil encontrá-la - mas quem consegue descobre tudo.
Charles Chaplin
Escrito por FernandaSophia às 22h34
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Não existe ninguém
Melhor que você
Pra me fazer tanto bem
(por Angela Maria)
Escrito por FernandaSophia às 21h00
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Pensando em me ou não
Perfeito MESMO pra fazer música
é pensar em você meu amor
Escrito por FernandaSophia às 23h30
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Muito Lindo!!
Quem não gosta de ser amado? Ser paparicado? Receber atenção >especial, presentinhos e beijinhos doces? >Quem não gosta de surpresinhas gostosas, beijo na boca e abraços >apertados? >Quem é que de livre e espontânea vontade prefere a solidão a uma boa >companhia? >Ora, todo mundo quer uma boa companhia e de preferência para o todo >sempre. Mas conviver com essa "boa companhia" diariamente por 3, 5, >10, 15, 25 anos é que é o difícil. >No começo dos relacionamentos e até 1 ano de vida amorosa, tudo são >mais ou menos flores, (se o seu relacionamento tem menos de um ano e >já é mais de brigas e discussões, caia fora dessa fria). Não adianta >você dizer que depois de três meses apenas que "encontrou o amor de >sua vida", porque o amor precisa de convivência para ser devidamente >testado. >Nesse mundo maluco e agitado, as pessoas estão se encontrando hoje, >se amando amanhã e entrando em crise depois de amanhã. Uma coisa >frenética e louca, que tem feito muita gente que se julgava >equilibrada perder os parafusos e fazer muita besteira. >Paixão, loucura e obsessão, três dos mais perigosos ingredientes que >estão crescendo nos relacionamentos de hoje em dia por causa da >velocidade das informações e o medo de ficar sozinho. >As pessoas não estão conseguindo conviver sozinhas com seus >conflitos, vícios e qualidades, e partem desesperadamente para >encontrar alguém, a tal da alma gêmea, e se entregam muitas vezes >aos primeiros pares de olhos que piscam para o seu lado. Vale >tudo nessa guerra, chat, carta, agência, festas e até roubar o >parceiro de alguém. É uma guerra para não ficar sozinho. >Medo, medo de se encarar no espelho e perceber as próprias >deficiências, medo de encarar a vida e suas lutas. Então a pessoa >consegue alguém (ou acha que está nascendo um grande amor), fecha os >olhos para a realidade e começa a viver um sonho, trancado em si >mesmo, nos quartos e no seu egoísmo, a pessoa transfere toda a sua >carência para o(a) parceiro(a), transfere a responsabilidade de ser >feliz para uma pessoa que na verdade ela mal conhece. >Então, um belo dia, vem o espanto, vem a realidade, o caso melado, o >"falo amor" acaba, e você que apostou todas as suas fichas nesse >romance fica sem chão, sem eira nem beira, e o pior: muitas vezes >fica sem vontade de viver. >Pobre povo desse século da pressa!. Precisamos urgentemente voltar o >costume "antigo" de "ter tempo", de dar um tempo para o tempo nos >mostrar quem são as pessoas. Namorar e conhecer, e reconhecer, é >época de pesquisas, de reconhecimento. >Se as pessoas não se derem um tempo, não buscarem se conhecerem >mais, logo em breve teremos milhares de consultórios lotados de >"depressivos" e cemitérios cada vez mais cheios de "suicidas" >cansados de si mesmos. >Faça um bem para si mesmo e para os outros, quando iniciar um >relacionamento procure dar tempo para tudo: passeie muito de mãos >dadas, converse mais sobre gostos e preferências, conheça a família >e mostre a sua, descubra os hábitos e costumes. >Parece careta demais? >Que nada, isso é a realidade que pode salvar o relacionamento e >muitas vidas. Pense nisso e se gostar, passe essa mensagem para >frente quem sabe se juntos, não ajudamos alguém carente de amor a >encontrar um motivo para ser feliz. >Muita pretensão? >Não, só vontade de te ver feliz. Eu acredito em você! E acredito no >amor que faz bem..... > > > >Da sua amiga, >Carla Leal
Escrito por FernandaSophia às 19h37
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Fui até a janela, vi uma estrela no céu é você sorrindo?
Escrito por FernandaSophia às 18h19
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Meu Ideal Seria Escrever...
Rubem Braga
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse -- "ai meu Deus, que história mais engraçada!". E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria -- "mas essa história é mesmo muito engraçada!".
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse -- e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aqueles pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse -- "por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!" . E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago -- mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: "Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina".
E quando todos me perguntassem -- "mas de onde é que você tirou essa história?" -- eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: "Ontem ouvi um sujeito contar uma história...".
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

Escrito por FernandaSophia às 18h27
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